02 de julho de 2022
Foto:
07/11/2018 09:29
Marcelo Fagundes defende servidores em relação a dívida com o IPAMAT
Sessão Ordinária

Marcelo Fagundes defende servidores em relação a dívida com o IPAMAT

O vereador Marcelo Fagundes ao usar a tribuna da Câmara disse “estamos aqui com os servidores que estavam reunidos para ver como ficará esses quase três milhões de reais que é a dívida com o IPAMAT. Desde maio de 2018, vem ocasionando essa dívida, incluindo até o patronal, ficando cada vez mais sério. Se continuar assim, já parcelou, reparcelou, ficando complicado cada vez mais, e nós estamos tentando achar uma luz no fundo do túnel para uma solução. Está de uma maneira insustentável, como disse o colega Ronaldo Néris. Vemos aí os médicos querendo fazer uma paralização, e com razão, pois se formam com seis anos de esforços e estudos, para depois ficar com seis meses de salários atrasados. Uma dívida da FESAT de mais de 1.300 milhão, e nós só ouvimos dizer que não tem dinheiro, e o que vamos fazer?”

Disse o vereador que “além dessas complicações recebemos um parecer do Ministério Público, sobre o Concurso Público. Concurso esse, que eu dizia que era carta marcada. Fraude nas provas. Onde nós vamos parar. Precisamos tomar uma decisão, pois essa Casa de Leis não poderá ficar omissa. Precisamos mostrar para a sociedade que nos elegeram que estamos do lado do povo. Em todos os setores só tem problemas e dívidas e não vemos solução. Estamos vendo aí o barco afundar. Vemos aí as pessoas que fizeram o concurso, passaram madrugadas estudando, se sacrificaram, não tiveram acesso a falcatrua das provas e por um favorecimento o Ministério Público vai cancelar. Isso é uma vergonha. E temos que baixar a cabeça e ficar quietos.”

Comentou que até hoje não foram instalados os ar condicionados na creche do Jardim Morumbi, na Escola João Luiz Pereira, e na Escola João Chama, e o que dizem, é que não instalaram por não ter dinheiro.

“Vemos aqui os servidores com acordos feitos e assinados com o prefeito, que não foram cumpridos. Se cortasse um pouco desses contratos abusivos, alguma coisa poderia ser feita. Queremos achar uma solução, mas até agora não tem jeito. Como ficará esse concurso? tem que ser julgado em primeira instância, segunda instância, e aí já terminou o mandato. E os cinco servidores, vão continuar de férias, em casa, e recebendo,” finalizou.

 

Texto/Fonte: